
Nós, Professores, em nossas aulas e treinos, procuramos sempre planejar nossa temporada ou semestre, nossos treinos e aulas, queremos que nossos alunos e atletas aprendam o esporte que amamos. Ensinamos os fundamentos, as fases do jogo, às vezes até com nomes em outras línguas, sideout e breakpoint. Ensinamos a importância de um bom sideout, como controlar a bola é importante, como jogar simples após uma defesa difícil é sempre boa estratégia. Ensinamos o jogo através do jogo, ensinamos como encarar a vitória e a derrota, ensinamos nossos alunos e atletas a se apropriarem do esporte.
Mas você já se perguntou se nos seus treinos você tem ensinado como competir? Como lidar com a pressão do placar? Como lidar com esses sentimentos, naturais do ambiente competitivo, mas que muitas vezes são parecidos com uma montanha russa, e que certamente podem determinar o resultado de um jogo, ou mesmo de um campeonato?
Esse vídeo traz dicas de como nossas equipes podem aprender a competir através de jogos modificados.
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Músicas de abertura e encerramento: Midnite Dialog Long (jingle) e Windy City Long (jingle).
Dec 23, 2022
25 min

Quando ele fala você escuta. Escuta e guarda na mente e no coração. Ao contar suas histórias, o decano da Comissão Nacional de Treinadores (CONAT) faz considerações ao mesmo tempo elementares e brilhantes sobre o vôlei para a base. A história do voleibol brasileiro, sua popularização e massificação do esporte passam por Josenildo Carvalho. Com base em muita ciência, este especial irá nos lembrar por quê amamos tanto este esporte e reforçará a necessidade de estudar, e muito, para o voleibol brasileiro siga entre as maiores potências mundiais ainda por muitos e muitos anos.
Seguem as sugestões de leitura do Professor Josenildo Carvalho.
#1. CARMELO PITTERA & DARIO RIVA VIOLETTA. Pallavolo, dentro Il movimento. Tringale, 1982.
#2. C. PITTERA, P. PEDATA, P. PASQUALONI. Pallavolo, dentro Il movimento 2. Pallavolo dagli 11 ai 14 anni – Volleyball for 11-14 years old children. Calzetti Mariucci, 2011.
#3. C. PITTERA, P. PEDATA, P. PASQUALONI, P LIGAS. Il minivolley, Fondamenti scientifici e metodologia applicativa. Calzetti Mariucci, 2008.
#4. A. BECHERONI, C. CARAMELLI. Elementi di minivolley. Società Stampa Sportiva, Roma - 1987.
#5. CARLOS “CACÁ” BIZZOCHI. Voleibol, A excelência na formação integral de atletas. Manole, 2018.
#6. FIVB Coaches Manual Level I – Chapter 5: Voleyball for Beginners (Mini and Mass Volleyball), by Hiroshi Toyoda, President of Technical Comission. Available at: fivb.com (2011).
#7. FIVB Coaches Manual Level I – Chapter 6: Teaching Basic Individual Techniques, by Hiroshi Toyoda, President of Technical Comission. Available at: https://www.fivb.com/-/media/fivb/dev... (2011).
#8. HIROSHI TOYODA. Mini-volleyball handbook. Available at: http://www.fivb.org/en/development/do... (2008).
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Nov 13, 2022
2 hr 9 min

Há muitos lugares no mundo em que o vôlei se desenvolve com base na base. Muitas federações nacionais investem na formação de seus treinadores, na massificação do acesso ao esporte, e na promoção de competições nos mais diversos níveis.
Minha entrevistada de hoje, Jaque Torelli foi atleta de altíssimo rendimento, campeã sul-americana com a seleção brasileira, atleta profissional tanto no Brasil quanto na Itália, e hoje se dedica à formação de jovens atletas. Jaque teve praticamente toda sua formação acadêmica feita na Itália, e traz uma rica experiência, incluindo uma seleção de leituras que desafiará a você a mim, mas que tenho certeza, será de extrema valia.
#1: Marco Mencarelli. Le guide per la formazione dei quadri tecnici dela pallavolo: Allievo allenatore – 1º livello giovanie. Callzetti & Mariucci, 2019.
#2: Marco Mencarelli. Le guide per la formazione dei quadri tecnici dela pallavolo: Allenatore di 1º grado – 2º livello giovanile. Callzetti & Mariucci, 2019.
#3: Marco Mencarelli. Le guide per la formazione dei quadri tecnici dela pallavolo: Allenatore di 2º grado – 3º livello giovanile. Callzetti & Mariucci, 2020.
#4: C. Pittera, P. Pedata, P. Ligas, P. Pasqualoni. Il Minivolley: fondamenti scientifici e metodologia aplicativa. Callzetti & Mariucci, 2008.
#5: M. Barbiero, A. Lucchetta, M. Mencarelli. Manuale tecnico SMART COACH. Callzetti & Mariucci, 2018.
#6: C. Pesce, R. Marchetti, A. Motta, M. Bellucci. JOY OF MOVING: Giocare con la variabilità per promuovere lo sviluppo motorio, cognitivo e del cittadino. Callzetti & Mariucci, 2015.
#7: J. Barros. Voleibol moderno: sistema defensivo. Palestra Sport, 1994.
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Jingles e músicas utilizados neste episódio: Midnite Dialog Long, Windy City Long, e Roads of Italy.
Oct 24, 2022
1 hr 20 min

Quase todos que jogam vôlei iniciaram sua jornada com um sistema de jogo bastante elementar e acessível, provavelmente na escola. A maioria dos que não se tornaram atletas, devem ter tido apenas esta única experiência, mas a maneira de se jogar voleibol, especialmente em alto nível, é bem diferente do iniciante.
Quais são os sistemas de jogo no voleibol? Quais suas características, vantagens e desvantagens? E mais importante, como apresentar e progredir tais sistemas de jogo para o jogador iniciante? O que é preciso saber para que se construa uma progressāo que faça sentido e que contribua para uma formação que possibilite sucesso no futuro, seja no alto nível, seja na simples e incrível apropriação do esporte para o lazer?
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Músicas de abertura e encerramento: Midnite Dialog Long (jingle) e Windy City Long (jingle).
Sep 12, 2022
28 min

Em muitas culturas no mundo contemporâneo o esporte se desenvolve na mesma medida da economia de uma nação, das desigualdades sociais, da educação. De forma geral o esporte será tanto mais acessível e, portanto, desenvolvido, quando maiores forem os índices de desenvolvimento humano, seja de uma cidade, de um estado ou mesmo de um país.
Como será que anda o voleibol fora dos grandes centros econômicos do Brasil? Como é fazer voleibol com investimentos considerados insuficientes? O Prof. Thalison Kinusty conversa comigo sobre essas e outras questões muito importantes e que certamente encontrarão eco, se você estiver em uma situação semelhante.
Abaixo seguem as dicas de leitura do meu convidado:
#1: Shawn Achor. O jeito Harvard de ser feliz. Benvirá, 2012.
#2: Dale Carnegie. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Sextante, 2019.
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Músicas de abertura e encerramento: Midnite Dialog Long (jingle) e Windy City Long (jingle).
Aug 20, 2022
1 hr 5 min

Quando se fala de especialização precoce é inevitável se falar sobre iniciação esportiva, visto que especialização é um processo que ocorre na formação esportiva. O que é iniciação esportiva e como a especialização precoce pode afetar esse processo? Quando se fala em esporte, fala-se muito além da formação de atletas. Fala-se de um fenômeno sócio-cultural que está presente nas sociedades contemporâneas, e que tem uma natureza educacional.
A entrevista de hoje traz um dos maiores especialistas em iniciação esportiva da América Latina, com vasta experiência também em especialização precoce. O Prof. Dr. Roberto Rodrigues Paes já defendeu a seleção brasileira de basquete, hoje é uma das maiores referências no campo da pedagogia do esporte. Ele também fala sobre o papel do professor no processo de iniciação esportiva, e muito mais.
Seguem algumas sugestões de leitura trazidas pelo nosso convidado.
Dr. Thiago J. Leonardi LEONARDI, T. J.; BERGER, A. G. ; REVERDITO, R. S. . Esporte Contemporâneo e os Novos Desafios à Pedagogia do Esporte. In: Marco Betinne; Gustavo Luiz Gutierrez. (Org.). Esporte e sociedade: um olhar a partir da globalização. 1ed.São Paulo: IEA-USP, 2019, v. , p. 270-289.
Dra. Larissa R. Galatti GALATTI, L. R.; SCAGLIA, Alcides José ; MONTAGNER, P. C. ; PAES, R. R. . Desenvolvimento de Treinadores e Atletas ? Pedagogia do Esporte. 1. ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 2017. v. 2.
Dr. Alcides J. Scaglia SCAGLIA, A. J.. Reflexões crônicas sobre a pedagogia do esporte e suas contribuições para a formação de treinadores. Educação Física e Esportes: diálogos atuais. 1ed.Várzea Paulista: Fontoura, 2021, v. , p. 55-74.
Dr. Riller S. Reverdito REVERDITO, R. S.; SCAGLIA, A. J. . Pedagogia do esporte. 1. ed. São Paulo: Phorte Editora, 2020. v. 1. 264p.
REVERDITO, R. S.; SCAGLIA, A. J. (Org.) ; MONTAGNER, P. C. (Org.) . Pedagogia do esporte: aspectos conceituais da competição e estudos aplicados. 1. ed. São Paulo: Phorte, 2013. 464p.
Dr. Hermes F. Balbino BALBINO, H. F.. Inteligências múltiplas: uma experiência em pedagogia do esporte e da atividade física no Sesc São Paulo. 1. ed. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2014. 240p.
BALBINO, H. F.. Jogos desportivos coletivos e as iInteligências múltiplas. Hortolândia: Unasp, 2007. 154p.
Dra. Gisele V. Machado CHAMON, E. M. Q. O. ; MACHADO, G,V ; GRANADO, A. M. P. . Propostas pedagógicas no ensino integral: as experiências do município de Taubaté. 1ª. ed. EDUNITAU - Editora da Universidade de Taubaté, 2017. 264p.
MACHADO, G,V; RIBEIRO, S.C. . Fundamentos da Pedagogia do Movimento. 1ª. ed. Taubaté: Universidade de Taubaté, 2012. v. 795f.
Dr. Joao Batista Freire da Silva SILVA, J. B. F.; SCAGLIA, A. J. . Educação como prática corporal. 1. ed. São Paulo: Editora Scipione, 2003. v. 01. 183p.
SILVA, J. B. F.. O jogo: entre o riso e o choro. Campinas: Autores Associados, 2002. 125p . SILVA, J. B. F.. Pedagogia do Futebol. 01. ed. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998. v. 01.
SILVA, J. B. F.. Educação de Corpo Inteiro. SAO PAULO: SCIPIONE, 1989. v. 01. 156p.
Dr. Antonio Carlos Gomes GOMES, A. C. . Natação Seleção de Talentos e Iniciação Desportiva. Porto Alegre: Artmed, 2001.
GOMES, A. C. ; VERKHOSHANSKI, Y. V. ; OLIVEIRA, Paulo Roberto de . Treinamento Desportivo Teoria e Metodologia. Porto Alegre: Artmed, 2001. (Tradução/Livro).
GOMES, A. C. ; PALOMARES, E. M. G. ; LANARO FILHO, P. . Seleção de Talentos nos Desportos. Londrina - PR: Midiograf, 1998. (Tradução/Livro).
Dr. Go Tani TANI, G.. Comportamento Motor: Conceitos, Estudos e Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. v. 2. 292p.
TANI, G.; CORRÊA, U. C. . Aprendizagem motora e o ensino do esporte. 1. ed. São Paulo: Blucher, 2016. v. 1. 384p.
Para mais referências, veja a descrição do vídeo no nosso canal no Youtube.
Jul 20, 2022
1 hr 36 min

Quando se fala de Educação Física se fala de educação para o movimento em suas mais variadas manifestações. Nesse sentido, a Aprendizagem Motora é uma das áreas mais elementares e se refere às mudanças nos movimentos de um organismo que acabam por refletir mudanças na estrutura e função do sistema nervoso. O aprendizado motor ocorre em escalas de tempo e graus de complexidade variados: os humanos aprendem a andar ou falar ao longo dos anos, mas continuam a se ajustar às mudanças de altura, peso, força e outros ao longo de suas vidas.
Como a aprendizagem motora se relaciona à pedagogia do esporte e como ambas podem utilizar conhecimentos das neurociências para nos dar pistas de como ter uma intervenção mais efetiva na educação de nossos alunos e no treino de nossos atletas?
O Prof. Dr. Guilherme Lage (UFMG) conversa conosco sobre essas e outras questões muito importantes para a formação esportiva, de iniciantes a atletas de alto rendimento. Abaixo, seguem algumas dicas de leitura da nossa conversa.
#1: Richard A. Schmidt & Timothy D. Lee. Motor Learning and Performance: From Principles to Application. 6th Ed. Human Kinetics, 2019.
#2: Richard A. Schmidt, Timothy D. Lee, Carolee J. Wistein, Gabriele Wulf & Howard N. Zelaznik. Motor Control and Learning: A Behavioral Emphasis. 6th Ed. Human Kinetics, 2018.
#3: James Tresilian. Sensorimotor Control and Learning: An Introduction to the Behavioral Neuroscience of Action. Palgrave Macmillan, 2012.
#4: Bryan Kolb & Ian Q. Shaw. Fundamentals of Human Neuropsychology. 8th Ed. Worth Publishers, 2021.
#5: David Poeppel, George R. Mangun & Michael S. Gazzaniga. The Cognitive Neurosciences. 6th Ed. The MIT Press, 2020.
#6: Roberto Lent. Cem bilhões de neurônios? Conceitos Fundamentais de Neurociência. 2a Ed. Atheneu, 2010.
#7: Richard A. Magill. Aprendizagem Motora: Conceitos e Aplicações. Edgard Blucher, 2000.
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Músicas de abertura e encerramento: Midnite Dialog Long (jingle) e Windy City Long (jingle).
Jun 19, 2022
1 hr 34 min

Desde a década de 1960 pesquisadores estudam a maneira como diferentes regimes de treinamento influenciam na aprendizagem. No campo do ensino do esporte, estudos recentes apontam para mudanças morfológicas no cérebro induzidas por tais regimes.
Como conhecer tais processos pode nos ajudar a diagnosticar problemas de aprendizagem em nossos alunos e atletas? Com qual frequência o problema está na execução técnica do gesto motor? Como podemos planejar nossas aulas e nossos treinos de forma mais eficiente? O que observar em nossos aprendizes durante o treino?
Seguem algumas dicas de leitura (ordem alfabética):
#1: Apolinário-Souza, T.; Almeida, A. F. S.; Lelis-Torres, N.; Parma, J. O.; Moraes, G. S. P.; Lage, G. M. (2019). Molecular mechanisms associated with the benefits of variable practice in motor learning. In: Journal of Motor Behavior, 52(5):515-526.
#2: Barreiros, J.; Figueiredo, T.; Godinho, M. (2007). The contextual interference in applied settings. European Journal of Physical Education Review, 3(2):195-208.
#3: Bjork, E. L.; Bjork, R. A. (1996). Memory: handbook of perception and cognition. 2 ed. Academic Press: San Diego, CA.
#4: Feghhi, I.; Valizade, R. (2011). Systematically increasing contextual interference is beneficial for learning single task. In: Procedia - Social and Behavioral Sciences, 30(11):2191-2193.
#5: Lee, T. T.; Wulf, G.; Schmidt, R. A. (1992). Contextual interference in motor learning: dissociated effects due to the nature of task variations. In: The Quarterly Journal of Experimental Psychology, 44(4): 627-644.
#6: Moxley, S. E. (1979). Schema: the variability of practice hypothesis. In: J. Mot. Behav, 11(1):65-70.
#7: Olson, M. H.; Hergenhahn, B. R.(2009) An introduction to theories of learning. 8 ed. Pearson Prentice Hall: Upper Saddle River, NJ.
#8: Schmidt, R. A. (1975). A schema theory of discrete motor skill learning. In: Psychological Review, 82(4):225-260.
#9: Shea, J.; Morgan, R. (1979). Contextual interference effects on the acquisition, retention, and transfer of a motor skill. In: Journal of Experimental Psychology: Human Learning and Memory, 5(2): 179-187.
#10: Wulf, G. (2012). Motor schema. In: Seel N.M. (eds) Encyclopedia of the Sciences of Learning. Springer: Boston, MA.
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Música de abertura e encerramento: Windy City Long (jingle).
May 16, 2022
30 min

Para Piaget, o brincar, a atividade lúdica, é indispensável à prática educativa por ser o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança; para Vygostsky, o brincar é uma atividade humana criadora, na qual imaginação, fantasia e realidade interagem na produção de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos, sejam crianças ou adultos.
Qual a importância do brincar na formação das crianças? Quando a brincadeira é historicamente reconhecida como parte da infância e, antes ainda, o que é infância? Em que momento se percebeu que o brincar tinha um valor educacional? Como os professores podem utilizar a brincadeira para o desenvolvimento de seus alunos e/ou atletas? Afinal, brincar é importante?
O Prof. Ms. Talmo Oliveira, campeão Olímpico em Barcelona 1992 conversa conosco sobre essas e outras questões muito importantes para a formação esportiva (mas não somente esportiva) da criança. Abaixo, seguem as dicas de leitura da nossa conversa.
#1: José R. M. Machado & Marcus V. S. Nunes. 100 Jogos Psicomotores: Uma Prática Relacional na Escola. 3ª Ed. Wak, 2011.
#2 (Quadro Fases Sensiveis do Desenvolvimento Motor): Rodolfo N. Benda. Aprendizagem Motora e a Coordenação no Esporte Escolar. In: R. Min. Educ. Fís., Viçosa, v. 9, n. 1, p. 74 - 82, 2001.
#3. Tudor Bompa & Michael Carrera. Conditioning Young Athletes. Human Kinetics Publishers, 2015.
#4. Phillippe Ariès. História Social da Criança e da Família. 2ª ed. LTC, 1981.
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Música de abertura e encerramento: Windy City Long (jingle).
Apr 18, 2022
1 hr 58 min

Nossa mentalidade tem um impacto nos outros maior do que imaginamos. Como líderes, nós podemos utilizar este conhecimento para melhorar o ambiente de aprendizagem.
Neste vídeo você ouvirá sobre os seguintes pesquisadores: Dr. Roberth Rosenthal, Dr. Christine Rubie-Davies e Dr. Michael Merzenich.
Falaremos sobre:
1. Uma visão geral do Efeito Pigmaleão
2. Como o Efeito Pigmaleão influencia a aprendizagem
3. Efeito Pigmaleão e a Mentalidade de Crescimento
4. Como líderes podem modificar rótulos e expectativas para melhorar o ambiente de aprendizagem
5. O que acontece quando compartilhamos este conhecimento?
Seguem algumas dicas de leitura (ordem alfabética):
#1: Boser, U.; Wilhelm, M.; Hanna, R. (2014). The Power of the Pygmalion Effect: Teachers' Expectations Strongly Predict College Completion. In: Center for American Progress, 1-7.
#2: Chang, C. (2011). A Case Study of the "Pygmalion Effect": Teacher Expectations and Student Achievement. In: International Education Studies, 4(1): 198-201.
#3: Howard, L. R.; Li-Ping Tang, T.; Austin, M. J. (2014). Teaching Critical Thinking Skills: Ability, Motivation, Intervention, and the Pygmalion Effect. In: Journal of Business Ethics, 128, 133-147.
#4: Rosenthal, R; Lawson, R. (1964). A longitudinal study of the effects of experimenter bias on the operant learning of laboratory rats. In: Journal of Psychiatric Research, 2(1): 61-72.
#5: Stoichita, V. I. (2008). The pygmalion effect: from Ovid to Hitchcock.1 ed. The University of Chicago Press: Chicago, IL.
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Música de abertura e encerramento: Windy City Long (jingle).
Este vídeo é baseado no vídeo original de Trevor Ragan: https://youtu.be/R1Yl9nvXIE0
Mar 15, 2022
26 min
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